Mulher Semente...
SER-mente...
SER que faz gente,
SER que faz a gente.
Mulher
SER guerreiro, guerrilheiro, lutador...
multimidia, multitarefa, multifaceta, multi-acaso...
multi-coração...
Mulher
SER que dá conta,
que vai além da conta,
que multiplica,divide, soma e subtrai,
sem perder a conta,
sem se dar conta,
de que esse século foi seu parto,
na direção de seu espaço,
de seu lugar de direito e de fato,
de seu mundo que lhe foi usurpado e que agora é por ela ocupado.
MULHER...
Esse SER florado,
esse SER adorado,
e esse SER adornado,
que nos poem em um tornado,
nos deixa saciado e transtornado,
que nos faz explodir e sentir extasiado.
SER admirado...
MULHER...
Nesse final de milénio, faça a transição.
Tire de seu coração a semente que vai mudar toda a gente
levando o mundo a ser mais gente...
Um mundo mais feminino,
mais rosado e sensibilizado,
mais equilibrado e perfumado...
PARABENS MULHER !!!
Não pelo oito de março,
nem pelo beijo e pelo abraço,
nem pelo cheiro e pelo amaço.
Mas por ser o que és...
Humus da humanidade,
Raiz da sensibilidade,
Tronco da multiplicidade,
Folhas da serenidade,
Flores da fertilidade,
Frutos da eternidade...
Essencia da natureza humana.
Parabéns...
http://www.declaracaodeamor.com/ler.php?id=481
segunda-feira, 8 de março de 2010
PARA REFLETIR: Reportagem do "Jornal Hoje" sobre os grupos mais atingidos no mercado de trabalho, entre estes os deficientes.
"Desempregados se dizem excluídos pelos empregadores
Muitas pessoas se queixam de que não conseguem emprego porque passaram dos 40 anos. Quem tem algum tipo de deficiência também reclama e ainda os que não tiveram muita chance de estudar."
A reportagem mostra a opinião de algumas pessoas sobre o assunto e ao finalizar é mostrado um quadro sobre o que cada grupo deve procurar para ser inserido no mercado de trabalho, mas aqui vamos mostrar apenas os voltados aos deficientes:
"Já as pessoas com deficiência física: devem procurar cursos nas áreas administrativa, financeira, informática, engenharia.
Quem tem deficiência visual têm maior sensibilidade nas mãos. Se adapta bem na afinação de instrumentos musicais e atendimento ao público.
Deficiência auditiva - deve investir em cursos técnicos e de laboratório que exijam concentração. Pessoas com limitação intelectual se destacam em atividades de repetição. Se dão bem na indústria de montagem e trabalhando em arquivos."
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1520435-16022,00-DESEMPREGADOS+SE+DIZEM+EXCLUIDOS+PELOS+EMPREGADORES.html
Muitas pessoas se queixam de que não conseguem emprego porque passaram dos 40 anos. Quem tem algum tipo de deficiência também reclama e ainda os que não tiveram muita chance de estudar."
A reportagem mostra a opinião de algumas pessoas sobre o assunto e ao finalizar é mostrado um quadro sobre o que cada grupo deve procurar para ser inserido no mercado de trabalho, mas aqui vamos mostrar apenas os voltados aos deficientes:
"Já as pessoas com deficiência física: devem procurar cursos nas áreas administrativa, financeira, informática, engenharia.
Quem tem deficiência visual têm maior sensibilidade nas mãos. Se adapta bem na afinação de instrumentos musicais e atendimento ao público.
Deficiência auditiva - deve investir em cursos técnicos e de laboratório que exijam concentração. Pessoas com limitação intelectual se destacam em atividades de repetição. Se dão bem na indústria de montagem e trabalhando em arquivos."
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1520435-16022,00-DESEMPREGADOS+SE+DIZEM+EXCLUIDOS+PELOS+EMPREGADORES.html
Óculos mouse de baixo custo criado para pessoas com limitações
Neste domingo 07/03/2010 foi apresentado no quadro invenção do programa "Domingão do Faustão" um óculos mouse criado por três jovens que tem a mesma função do mouse comum, mas é apropriado para atender as necessidades de pessoas com alguma limitação física. Este invento garante a utilização desse meio de comunicação com o movimento da cabeça e com o piscar dos olhos, dando a oportunidade dessas pessoas manusearem o computador de maneira autônoma. Além disso, é um produto de baixo custo, podendo dessa forma, ser adquirido pelas diversas classes sociais. No site abaixo é possível assistir ao vídeo em que é apresentado o produto no programa: http://tvglobo.domingaodofaustao.globo.com/domingao-da-invencao/tag/oculos-mouse/
sexta-feira, 5 de março de 2010
Acordo do MPF busca adaptar Congonhas a deficientes
03/03/2010 - 13h15
Acordo do MPF busca adaptar Congonhas a deficientes
São Paulo - Um acordo firmado hoje entre o Ministério Público Federal (MPF) e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) pretende tornar o Aeroporto Internacional de Congonhas, na zona sul de São Paulo, mais acessível para pessoas com necessidades especiais. Os órgãos se comprometem a cumprir uma lista de obrigações para facilitar o acesso de pessoas com deficiência ao terminal. O compromisso é dividido em dois blocos com diferentes obrigações.Em caso de descumprimento parcial ou total do acordo, foi estipulada multa diária no valor de R$ 1 mil sem prejuízo do ajuizamento de ação de execução do compromisso pelo MPF. Na primeira etapa, a Infraero deverá realizar um conjunto de reformas até o dia 30 de setembro. Dentre as obras previstas estão a adaptação de pisos e rampas, adequação de corredores de acessos a áreas específicas e a instalação de piso tátil e de sinalização, em braile, nos elevadores e nas rampas.O segundo bloco de obrigações deve ser cumprido até o dia 30 de junho de 2011. Esta fase determina uma série de obras de correção e adequação de locais de passagem e áreas de circulação, com o objetivo de facilitar a locomoção de pessoas com necessidades especiais no aeroporto.A Infraero deve encaminhar ao MPF ao final de cada prazo um relatório detalhado sobre as providências adotadas para o cumprimento dos deveres previstos no acordo. Já o MPF vai fiscalizar o andamento das obrigações assumidas, independentemente da apresentação dos relatórios cobrados.
http://viagem.uol.com.br/ultnot/agencia/2010/03/03/ult4597u1084.jhtm
Acordo do MPF busca adaptar Congonhas a deficientes
São Paulo - Um acordo firmado hoje entre o Ministério Público Federal (MPF) e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) pretende tornar o Aeroporto Internacional de Congonhas, na zona sul de São Paulo, mais acessível para pessoas com necessidades especiais. Os órgãos se comprometem a cumprir uma lista de obrigações para facilitar o acesso de pessoas com deficiência ao terminal. O compromisso é dividido em dois blocos com diferentes obrigações.Em caso de descumprimento parcial ou total do acordo, foi estipulada multa diária no valor de R$ 1 mil sem prejuízo do ajuizamento de ação de execução do compromisso pelo MPF. Na primeira etapa, a Infraero deverá realizar um conjunto de reformas até o dia 30 de setembro. Dentre as obras previstas estão a adaptação de pisos e rampas, adequação de corredores de acessos a áreas específicas e a instalação de piso tátil e de sinalização, em braile, nos elevadores e nas rampas.O segundo bloco de obrigações deve ser cumprido até o dia 30 de junho de 2011. Esta fase determina uma série de obras de correção e adequação de locais de passagem e áreas de circulação, com o objetivo de facilitar a locomoção de pessoas com necessidades especiais no aeroporto.A Infraero deve encaminhar ao MPF ao final de cada prazo um relatório detalhado sobre as providências adotadas para o cumprimento dos deveres previstos no acordo. Já o MPF vai fiscalizar o andamento das obrigações assumidas, independentemente da apresentação dos relatórios cobrados.
http://viagem.uol.com.br/ultnot/agencia/2010/03/03/ult4597u1084.jhtm
quinta-feira, 4 de março de 2010
O PRECONCEITO DE UMA DIRETORA
Ontem 02/03/2010 ao assistir o depoimento de uma senhora ao término da novela da globo "Viver a vida" fiquei indiguinada...como pode uma pessoa tão preconceituosa dirigir um colégio, ou melhor trabalhar na área da educação, como pode recusar a uma criança o direito de participar de uma festa onde a mesma estuda e quando a mãe recorre a justiça para fazer valer os dereitos de sua filha essa pessoa de maneira cruel tem a capacidade de retirar a comemoração que é realizada todo ano do calendário escolar somente para essa criança com deficiência não participar. Estou horrorizada!!! Quem não teve a oportunidade de assistir acesse o site: http://especial.viveravida.globo.com/portal-da-superacao/.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Letra da musica Filho Deficiente:
Milonga
Muito triste um pai outro dia
Pro filho fazia esta confissão
A culpa foi nossa de ser deficiente
Pedaço de gente jogado no chão.
Tentamos mata-lo no ventre da mãe
Pra que não nascesse, mas você lutou
Resistindo ao direito de vida
E assim se arrastando ao mundo chegou
A mãe não queria por isso tomava
As drogas mais fortes por noites seguidas
Mas nosso veneno matou só uma parte
E assim aleijamos pro resto da vida.
Deus quis que você fosse o mais querido
De todos os filhos que temos agora
Agrada a mãezinha por que desconhece
Que é de remorso que hoje ela chora.
Por todo cuidado e doces carinhos,
Que a mãe lhe dedica, parece que ela,
Desejou que fosse um filho aleijado
Para que ficasse sempre junto dela.
http://letras.azmusica.com.br/Z/letras_zilo_e_zalo_47707/letras_otras_32570/letra_filho_deficiente_1343312.html
Milonga
Muito triste um pai outro dia
Pro filho fazia esta confissão
A culpa foi nossa de ser deficiente
Pedaço de gente jogado no chão.
Tentamos mata-lo no ventre da mãe
Pra que não nascesse, mas você lutou
Resistindo ao direito de vida
E assim se arrastando ao mundo chegou
A mãe não queria por isso tomava
As drogas mais fortes por noites seguidas
Mas nosso veneno matou só uma parte
E assim aleijamos pro resto da vida.
Deus quis que você fosse o mais querido
De todos os filhos que temos agora
Agrada a mãezinha por que desconhece
Que é de remorso que hoje ela chora.
Por todo cuidado e doces carinhos,
Que a mãe lhe dedica, parece que ela,
Desejou que fosse um filho aleijado
Para que ficasse sempre junto dela.
http://letras.azmusica.com.br/Z/letras_zilo_e_zalo_47707/letras_otras_32570/letra_filho_deficiente_1343312.html
Para ler e refletir
"Deficiente"
é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
é quem não procura ser feliz.
"Cego"
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
"Surdo"
é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
"Mudo"
é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
é quem não consegue ser doce.
"Anão"
é quem não sabe deixar o amor crescer.
....
autora : Renata Vilella
http://ana--luisa.blogspot.com/2008/02/um-poema-para-todos.html
é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
é quem não procura ser feliz.
"Cego"
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
"Surdo"
é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
"Mudo"
é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
é quem não consegue ser doce.
"Anão"
é quem não sabe deixar o amor crescer.
....
autora : Renata Vilella
http://ana--luisa.blogspot.com/2008/02/um-poema-para-todos.html
Poema "(Des)Encontros - Fernanda Bastos
Sim, sou eu quem tu vês
sou eu o jovem deficiente
sou o que colocas à tua margem
porque simplesmente, nasci diferente.
Quantas vezes me condenas com o teu olhar
e me crucificas com o coração
porque para ti, sou tão simplesmente,
a tua própria negação.
Também tu, tens limites
limite no compreender, no julgar e no Amar
somos idênticos peregrinos
num diferente caminhar.
O que te peço, é pouco ou muito,
consoante o teu querer
peço-te respeito, dignidade ...
à medida do reu ser.
Tijolo a tijolo
mão na mão
tu e eu
somos massa da mesma construção.
(Fernanda Bastos)
http://appacdm-fundao.blogs.sapo.pt/170644.html
sou eu o jovem deficiente
sou o que colocas à tua margem
porque simplesmente, nasci diferente.
Quantas vezes me condenas com o teu olhar
e me crucificas com o coração
porque para ti, sou tão simplesmente,
a tua própria negação.
Também tu, tens limites
limite no compreender, no julgar e no Amar
somos idênticos peregrinos
num diferente caminhar.
O que te peço, é pouco ou muito,
consoante o teu querer
peço-te respeito, dignidade ...
à medida do reu ser.
Tijolo a tijolo
mão na mão
tu e eu
somos massa da mesma construção.
(Fernanda Bastos)
http://appacdm-fundao.blogs.sapo.pt/170644.html
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Se queremos a mudança, temos que vencer a resistência.
Se temos múltiplos saberes, devemos aprender a desconstruir para incluir.
Se somos educadores, devemos:
Aprender a enxergar o que não é visto
Ouvir o que não é dito
Entender o que não é falado
Acolher a todos em sua totalidade e diversidade
Como pessoas de direitos
E co-responsáveis por sua cidadania e cidadania de todo(a)s.
Se sonhamos com uma educação inclusiva, devemos:
Sonhar de mãos dadas
Cultivar a sensibilidade e o entusiasmo
Transformar palavras em ação
Acreditar que podemos conviver com a divesidade e pluralidade
Limitações e possibilidades de superação da realidade que temos
Construindo passo a passo,
A realidade que queremos!
Liduina Felipe de Mendonça Fernandes
Mossoró, RN.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Prefessores Apaixonados
Este texto demonstra a realidade vivida por nós, professores e professoras, que apesar de todas as dificuldades encontradas, simplesmente amamo que fazem.
Texto: Prefessores Apaixonados
Autor: Gabriel Perissé
Professores e professoras apaixonadas acordam cedo e dormem tarde, movidos pela ideia fixa de que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecema hora do almoço e do jantar: estão preocupados comas múltiplas fomes que, de múltiplas formas,debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos.
Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando pneu da alegria. Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfazes, de sínteses que demonstram, pela viado contraste, absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando não é perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas subistituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais nada.
Os professores apaixonados querem tudo querem tudo. Querem multiplicar o tempo, dividir e somar esforços para solucionar problemas. Querem analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.
A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.
Disponível em Acessado em 30.11.2009.
INCLUSÃO NOS MEIOS DE TRANSPORTE PÚBLICO

Esta cena não é muito comum de presenciarmos em nosso dia-a-dia, pois, ainda estamos muito aquém da inclusão social. Além do, preconceito existente por parte de algumas pessoas e a falta de humanismo porque é fato nos depararmos com situações em que motoristas ao ver um deficiente físico fingem que não o viram somente para não se dar ao trabalho de ajudá-los se necessário. Assim como, é notável a ausência desses recursos para facilitar e oportunizar a essas pessoas o acesso a esses meios de transporte.
domingo, 29 de novembro de 2009
A Constituição Federal de 1988, que é Lei Maior vigente em nosso país, institui leis para a Educação do artigo 205 ao 214. Um dos princípios à que ela se baseia é princípio da dignidade do ser humano. No inciso IV do artigo 3º, estabelece o seguinte objetivo à nação brasileira: “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. Deste modo, entende-se que as pessoas com necessidades especiais devem ser tratadas como iguais e com respeito.
No artigo 205 está registrado o seguinte texto: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.
A Constituição se embasa no princípio da igualdade quando declara, no inciso I do artigo 206, “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”. Assim sendo, constitucionalmente, a Educação é direito de todos e, por direito, está assegurado o acesso e a permanência ao ensino de todos os cidadãos. A partir desta Constituição, ao Estado ainda está o dever de oferecer “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, referencialmente na rede regular de ensino” (Inciso III, Art. 208).
Apesar da Constituição de 1988 prever acesso dos portadores de deficiência ao ensino, somente a partir da década de 90, principalmente com a Declaração de Salamanca, no ano de 1994, como já discutido aqui no blog, é que a Educação Inclusiva começa a receber uma real atenção. Porém, apesar da lei vigente do nosso país ser favorável à inclusão escolar, ainda há muito a ser feito. Percebemos que o Estado abriu as portas das escolas para a inclusão e garante a permanência dos alunos. É preciso investir, principalmente, dentre outras coisas, na formação dos profissionais da educação, como professores, coordenadores, diretores.
Com o passar do tempo, observamos um crescente número de alunos com algum tipo de necessidade especial matriculados nas escolas regulares e este índice tende a crescer cada vez mais, portanto, estes profissionais precisam estar preparados para receber estes alunos e, assim, desenvolver um trabalho de qualidade e que leve os alunos a um pleno desenvolvimento.
No artigo 205 está registrado o seguinte texto: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.
A Constituição se embasa no princípio da igualdade quando declara, no inciso I do artigo 206, “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”. Assim sendo, constitucionalmente, a Educação é direito de todos e, por direito, está assegurado o acesso e a permanência ao ensino de todos os cidadãos. A partir desta Constituição, ao Estado ainda está o dever de oferecer “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, referencialmente na rede regular de ensino” (Inciso III, Art. 208).
Apesar da Constituição de 1988 prever acesso dos portadores de deficiência ao ensino, somente a partir da década de 90, principalmente com a Declaração de Salamanca, no ano de 1994, como já discutido aqui no blog, é que a Educação Inclusiva começa a receber uma real atenção. Porém, apesar da lei vigente do nosso país ser favorável à inclusão escolar, ainda há muito a ser feito. Percebemos que o Estado abriu as portas das escolas para a inclusão e garante a permanência dos alunos. É preciso investir, principalmente, dentre outras coisas, na formação dos profissionais da educação, como professores, coordenadores, diretores.
Com o passar do tempo, observamos um crescente número de alunos com algum tipo de necessidade especial matriculados nas escolas regulares e este índice tende a crescer cada vez mais, portanto, estes profissionais precisam estar preparados para receber estes alunos e, assim, desenvolver um trabalho de qualidade e que leve os alunos a um pleno desenvolvimento.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009

DECRETO 6571/08
Atualmente, foi aprovado o Decreto 6571/08, cujo objetivo é o atendimento educacional especializado (AEE) dos alunos portadores de necessidades educacionais, entretanto é de suma importância enfatizar que este atendimento engloba todos os tipos de deficiências. Este salienta que o AEE, refere-se ao conjunto de atividades pedagógicas e recursos, utilizados de maneira a complementar ou auxiliar na formação dos alunos portadores de necessidade educacionais especiais.
No Art. 3° do Decreto, o Ministério da Educação destaca que haverá custeio financeiro e apoio técnico para as seguintes ações direcionadas ao AEE,
I - implantação de salas de recursos multifuncionais;
II - formação continuada de professores para o atendimento educacional especializado;
III - formação de gestores, educadores e demais profissionais da escola para a educação inclusiva;
IV - adequação arquitetônica de prédios escolares para acessibilidade;
V - elaboração, produção e distribuição de recursos educacionais para a acessibilidade; e
VI - estruturação de núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior.
Acredita-se que este atendimento auxiliará na processo de ensino-aprendizagem dos indivíduos, de modo a propiciar uma formação centrada nos alunos.
Veja o Decreto na íntegra em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6571.htm
Fonte Imagem: http://www.mundoeducacao.com.br/upload/conteudo_legenda/3051293ede06b943c09e3732bd27c0d6.jpg
POLITÍCAS PÚBLICAS PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA:
EXCLUSÃO OU INCLUSÃO
EXCLUSÃO OU INCLUSÃO
Curiosamente, só a partir da década de 90 é que entra em pauta de discussão a necessidade da inclusão escolar e, ainda, este termo será relacionado, quase que exclusivamente, à inclusão da pessoa deficiente nas escolas comuns, num discurso emocionado e mobilizador da opinião pública quanto ao direito de todos à cidadania. No entanto, quando recorremos à legislação vigente, observamos que quando esta se refere à inclusão é no sentido de uma educação de qualidade e para todos. Dentre tais apontamentos Cortinhas (2003) lança a seguinte questão: tem sido a legislação brasileira suficiente para dar conta das emergências de exclusão escolar presentes no Brasil a partir da década de 90? Depositar a responsabilidade apenas no professor seria uma solução simplista e pouco eficaz na resolução do problema. Supõe-se que o discurso da inclusão mascara, de forma indireta, o processo de exclusão que vem ocorrendo na escola ao longo dos anos, na medida em que a prática inclusiva se resume a um procedimento burocrático de colocar crianças com deficiência na escola regular.
Texto disponível em: http://www.utp.br/proppe/VIIseminariodepesquisa/Resumos/Educa%E7%E3o/pol_pub.doc
O processo de Educação Inclusiva vai muito além de simplesmente eliminar as barreiras arquitetônicas dos estabelecimentos educacionais. É primordial que este processo seja entendido como algo a ser alcançado em longo prazo, devendo destacar a importância da valorização da diferença, de maneira que todos sejam respeitados e que seja oferecido aos educandos um ensino de qualidade, respeitando os ritmos, diferenças e capacidade; para que desta forma não haja a exclusão escolar, quando o objetivo é a inclusão.
Para que a inclusão apresenta bons resultados, é de suma importância que o docente vise a formação de cidadãos críticos e autônomos, propiciando momentos de interação e uma prática pedagógica centrada no indivíduo. Além da conscientização dos pais e da sociedade em geral para que acreditem e dêem o devido valor às políticas públicas da educação inclusiva, passando a compreender a complexidade de tal aspecto.
Para que a inclusão apresenta bons resultados, é de suma importância que o docente vise a formação de cidadãos críticos e autônomos, propiciando momentos de interação e uma prática pedagógica centrada no indivíduo. Além da conscientização dos pais e da sociedade em geral para que acreditem e dêem o devido valor às políticas públicas da educação inclusiva, passando a compreender a complexidade de tal aspecto.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
PRÍNCIPIOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA INCLUSIVA

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA visa o atendimento de qualidade aos educandos portadores de necessidades educacionais especiais, a DECLARAÇÃO DE SALAMANCA (1994), assegura que todo sujeito possui características, habilidades e necessidades de aprendizagens que são únicas, o que requer uma Pedagogia focalizada no aluno e não somente nos resultados adquiridos.
A DECLARAÇÃO enfatiza ainda que as instituições escolares devem oferecer suporte a comunidade e aos pais, de modo que a educação inclusiva seja alcançada em todos os seguimentos. Diversos são os aspectos a serem explorados quando se visa escolas inclusivas, tais como: adaptações curriculares, pois a inclusão não deve ser apenas fisicamente; interação entre educador e os alunos de inclusão, de modo a aprimorar o processo de ensino-aprendizagem; exploração de recursos diversificados que estimulem a autonomia do educando e a formação contínua dos docentes, preparando-os para construírem uma prática pedagógica visando à diversidade.Acredita-se que através de diferentes políticas públicas, gradativamente estaremos desfrutando de uma EDUCAÇÃO que respeita as diferenças e autonomia de cada indivíduo.
A DECLARAÇÃO enfatiza ainda que as instituições escolares devem oferecer suporte a comunidade e aos pais, de modo que a educação inclusiva seja alcançada em todos os seguimentos. Diversos são os aspectos a serem explorados quando se visa escolas inclusivas, tais como: adaptações curriculares, pois a inclusão não deve ser apenas fisicamente; interação entre educador e os alunos de inclusão, de modo a aprimorar o processo de ensino-aprendizagem; exploração de recursos diversificados que estimulem a autonomia do educando e a formação contínua dos docentes, preparando-os para construírem uma prática pedagógica visando à diversidade.Acredita-se que através de diferentes políticas públicas, gradativamente estaremos desfrutando de uma EDUCAÇÃO que respeita as diferenças e autonomia de cada indivíduo.
Veja a Declaração de Salamanca na íntegra em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf
Fonte (imagem): www.infojovem.org.br/.../educacao-especial/
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Olá amigos...
As criadoras deste são alunas do 8º semestre do curso de Pedagogia da Universidade São Francisco do campus de Itatiba.
A proposta para a disciplina de Educação à Distância está voltada para a configuração de um blog que permita aos usuários uma busca de teorias e práticas que auxiliem no cotidiano para com o tema Educação Inclusiva.
As autoras são: Anelyse D. Barreto, Andréia L. Silva, Ap. Cristiane P. Porte, Daniele Manzzini, Natália A. Batista e Thalita Ferreira!
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